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September 21, 2009

Casamento da Michelle





As fotos do post de hoje são do casamento da Michelle e do Shane, que aconteceu no Rio semana passada e eu infelizmente não pude ir. Nestas horas é que é uma droga morar no exterior e não poder simplesmente se enfiar num avião para presenciar um momento tão legal. Como eu já tinha ido ao Rio em julho pro nascimento da Giovanna e estamos voltando para o Natal, uma visita-relâmpago em setembro se tornou impossível.

Mas é nestas horas que a internet é o máximo. Além de ter acompanhado de pertinho -- via email and Skype -- todos os preparativos para o grande dia, vi algumas fotos em primeira mão e resolvi dividir com vocês, pois quem não gosta de ver uma noiva linda e radiante.

A Carolina Pires, fotógrafa contradada pela Michy, fez um trabalho maravilhoso e apesar de ainda estar tratando as fotos, liberou algumas pra gente. Tem mais algumas no Flicker dela, e já dá para perceber que este álbum vai ser um escândalo de lindo.

Tanto glamour e felicidade a gente só vê mesmo em casamento. E por estas e outras, casamentos continuam sendo as minhas festas favoritas. E como diz a minha sogra, não há nada que se compare a um casamento no Brasil. Ai, que saudade de casa!

March 24, 2009

Na Alegria e na Tristeza, na Saúde e na Doença...



Faz exatamente dois anos que o Blake e eu fizemos este juramento na presença vários amigos e familiares que estiveram presentes em nosso casamento. Sem querer desmerecer os convidados, o mais importante foi fazer este juramento diante de Deus, na casa dele. Pedimos a Deus que abençoasse nossa união e a nossa vida a dois que se iniciava naquele instante.

O que ninguém suspeitava é que o tal juramento fosse ser colocado à prova apenas nove meses depois de termos pronunciado aquelas palavras tão belas, que se não tivessem sido amparadas por atos, seriam somente palavras jogadas ao vento.

Muita coisa pode acontecer em nove meses. E conosco de fato várias coisas aconteceram, mais desafios do que suspresas agradáveis, mas a cada obstáculo nos tornávamos mais próximos um do outro. Enfrentamos juntos o meu ‘banzo’ de recém-chegada a Maryland, o meu enorme problema de saúde, e ainda toda a situação da minha avó, no ano passado. Sem falar na cirurgia do Blake (que não foi nada grave), na venda da casa, na compra da outra e na minha estressante busca por um emprego na minha área.

Lembro que nosso primeiro aniversário de casamento foi celebrado em Johns Hopkins, durante a minha primeira consulta com o Dr. Pawlik. A maioria dos casais costuma planejar viagens ou até uma festinha íntima com os amigos. Não nós. Nosso encontro inadiável era com médicos, enfermeiras e tomógrafos. Em vez de me descansar ou me esbaldar no sol, eu estava sendo furada, remexida e apalpada. Em vez de brindar com um delicioso vinho, tomei contraste na veia. Mas vivi. E pela primeira vez depois da cirurgia, respirei um pouco mais aliviada. Três meses sem câncer, uma verdadeira bênção, o melhor presente de casamento que poderíamos receber. (Hoje já são quatorze meses sem câncer. Uma vitória maior ainda.)

Dizem que os primeiros anos na vida de um casal são os mais complicados. Não foi isto que vivemos. Apesar de tantos obstáculos encontrados no meio do caminho, o fato de estarmos juntos tornou esta carga, que poderia ter sido insuportável, muito mais leve. Estes anos foram difíceis e pouco glamorosos, mas mesmo se pudesse não mudaria nada em relação a eles, pois eles me fizeram enxergar a vida de uma forma diferente. Hoje consigo enxergar o todo e me satisfazer com ele, sem procurar defeitos nos pequenos detalhes.

Quanto ao nosso juramento, acho que já provamos mais que o suficiente. Sou uma pessoa melhor por causa do Blake e gosto de pensar que ele também mudou um pouquinho (de preferência para melhor) por minha causa.

Como prova de que todo sofrimento é passageiro, hoje vamos comemorar nossas bodas de papel num restaurante muito bacana aqui em Baltimore. Como qualquer casal normal vamos tomar um vinho e celebrar à luz de velas.

A história é até engraçada, pois o Blake me levou lá na primeira vez que vim visitá-lo aqui. O único problema é que eu estava chegando naquele dia, depois de passar duas semanas na Europa, entre Alemanha e Inglaterra a trabalho. Estava exausta e com o fuso horário completamento trocado. Resultado: por pouco não caí no sono no restaurante. Só me lembro que o ambiente era muito bacana e que a comida era ótima e que saí de lá praticamente desmaiada!

Hoje, três anos e meio depois, estou ansiosa para realmente curtir o lugar. Acordada, saudável e feliz!

January 29, 2009

Vidente


O telefone toca logo cedo e saio correndo para atender. Uma voz conhecida, com um tom meio maroto solta logo "Dani, você é vidente!" Reconheço na hora: é a minha amiga Michelle, do Rio, com quem tenho falado várias vezes ao dia ultimamente, desde que ela foi pedida em casamento. (Surpresa!!!)

"Vidente, eu? Como assim?," pergunto, sem fazer idéia do que se trata.
"Estava aqui apagando umas mensagens antigas da minha caixa de entrada e depois de ler uma sua, não acreditei," ela explicou. Depois me mandou o email de uma linha que eu tinha mandado para ela ano passado. "Sonhei que voce ia casar em setembro!!! What's up with that?!!," dizia a mensagem.

Foi aí que me lembrei de história. Sonhei que ela tinha me ligado toda feliz para me dar a notícia que iria se casar em setembro. Tudo me parecia tão real! Ela, do outro lado da linha, não escondia uma pontinha de decepção. "Ainda não, Dani, ainda não rolou, mas eu continuo aqui esperando."

Assim como eu e a imensa maioria das mulheres independentes por aí, a Michelle sempre quis casar e nunca se esforçou para esconder isto de ninguém. Tem a ver com a personalidade dela, que já passou (se é que teve) a fase party-animal e tem a ver com a família também: pais casados há milênios, família nuclear e tradicional, etc. Tem também o lance da idade, pois quando a gente vai passando dos 30, o relógio biológico meio que dá um tilt e começa a bater pino. Fora tudo isto, ela já está num relacionamento sério há quase dois anos e na nossa idade isto já é tempo o suficiente. Resumindo: já estava mais do que na hora.

Apesar de tantas certezas, o fato é que até o meu sonho não havia nada de oficial, mas pouquíssimo tempo depois dele a vida mudou para ela. Em algumas semanas o então namorado conversou sério com o pai dela. Logo depois, viajaram os dois juntos para passar o Natal na Europa, na casa dos pais dele e dias depois ele colocou um lindo anel de brilhante do dedo dela!

Até aí nada demais. Quando ela voltou ao Rio, a ficha realmente caiu. Em poucos dias, começou a implementar o tão conhecido projeto casamento. Visitou igrejas, casas de festa, bateu muita perna, teve muitas dúvidas. Mas no final, como toda e qualquer noiva, acabou vítima do coração. Escolheu a igreja onde ela e o noivo entraram juntos pela primeira vez, marcou a data do enlace para o dia do aniversário de casamento dos pais e a recepção num lugar pelo qual se apaixonou assim que colocou os pés. Não tem jeito, nem a mais racional das mulheres consegue não perder a cabeça quando se trata de casamento. Mas é só o começo.

E depois de tudo fechado, casamento marcado para setembro de 2009, durante a faxina na caixa de entrada, ela encontra meu e-mail bombástico e quase cai par atrás. Não é que a minha profecia iria se realizar? Quem diria que um dia eu poderia prever o futuro? Bem, eu com a ajuda de Santo Antônio, é claro, mas isto é papo para um outro post. Aliás, o poder de Santo Antônio vai ser o tema da minha próxima coluna na Noivas Rio de Janeiro. Agora já tenho mais uma para servir de testemunha!

(ilustração de bennignus.com)

December 11, 2008

Casamento e Câncer

Sei que a combinação é meio estranha, mas quem acompanha o blog sabe que estes são dois dos assuntos que mais me interessam e que conseqüentemente me tornei quase expert neles.

Apesar da diferença entre eles, existe uma semelhança que não deixa de ser engraçada: nunca pensei que fosse passar por nenhuma das duas experiências. Quando a maioria das meninas sonha com vestido de noiva, eu sonhava com uma passagem aérea e uma bolsa de estudos para fazer faculdade nos States. Ainda bem, pois como vim a saber depois, a bolsa de estudos na tal universidade americana veio muito mais fácil e mais rápido que o marido. Mas tudo bem.

A verdade é que nunca li revista de noivas, nunca fiquei entrando em igreja e me imaginando casar ali (eu adoro visitar igrejas por conta da arquitetura e do valor histórico) e vestido de noiva então?! Nem pensar! Imagina eu vestida de bolão!? Fla sério! E branco? Onde já se viu branco, estar cor engorda horrores, estou foríssima, sempre pensei. Ah e o dinheiro da festa...este dinheiro eu uso dando uma volta ao mundo ou pagando meu mestrado, dizia para mim mesma.

Mas como diz o ditado popular, quem cospe para cima acaba levando na testa, acabei me saindo uma noiva mais do que tradicional e se não passei a vida toda planejando o casório, fiz um baita intensivão em seis meses e me transformei numa especialista em casamentos internacionais. Acabei me inteirando de tudo, desde a papelada necessária para casamento por procuração com gringo no Brasil, até excursões para a família e os amigos gringos de férias no Rio, passando por burocracias da Igreja Católica envolvendo casamento de católicos e não-católicos. Pois é, para quem não queria nem saber de casamento, acabei me metendo numa baita empreitada. Até branco usei. Foi minha última opção, mas o vestido que mais gostei não vinha na cor off-white, então lá fui eu de noiva toda de branco... Só me recusei a usar bolão, aqueles modelos de saia mais que bufante que eu sempre detestei! Nunca tive queda para estilo debutante. Mas de resto teve tudo, igreja barroca, padrinhos no altar, padre amigo da família que falou pra caramba, avós no cortejo, mãe que mais parecia noiva, brindes cafonas na festa (mas que animam demais!), camisa do Flamengo (oficial e roubada pelo meu avô!), open bar de caipirinha (que os gringos falam até hoje!), bouquet e até cinta-liga. Ah, e obviamente não poderiam faltar nem os discursos (a minha família ADORA um microfone!) nem a reza da minha mãe, mas quem conhece a gente sabe disso. E, por incrível que pareça, diria que dos 350 presentes, 99% eram amigos bem próximos da família, gente que está acostumada com o jeito espalhafatoso da família Machado Duran.

Não me canso de dizer que um dos maiores motivos para realizar a tal festa de casamento foi meu problema de saúde em 2002 e os dois eventos, a cirurgia e o casamento, foram estranhamente parecidos, já que ambos trouxeram muitas pessoas para perto de mim -- amigos próximos e outros que até então nem eram tão próximos assim, mas que estiveram presentes em momentos cruciais da minha vida. Quando pensei na festa do casamento, a minha idéia era poder dividir uma ocasião de extrema felicidade com as pessoas que estiveram ao meu lado durante momentos de tristeza absoluta. Parece chavão, mas não é, a vida é isto mesmo, momentos de alegria e tristeza com um marasmo no meio e pode se considerar feliz aquele que tem as mesmas pessoas consigo nos dois extremos, pois este tem verdadeiros amigos. E este é o meu caso!

Meus amigos foram feitos em diferentes fases da minha vida, uns me acompanham desde a infância, outros se tornaram praticamente família há poucos anos. Meus amigos estão espalhados pelos quatro cantos do planeta, uns moram bem pertinho da minha família, outros em continentes distantes, mas vários nem pensaram duas vezes ates de pegar o avisão ou o carro e se despencar para o Centro do Rio e depois para são Conrado. Não pensaram duas vezes também antes de irem a Botafogo doar sangue para mim, não uma, mais duas vezes. Não viram obstáculos em sair de casa no fim de semana ou dar uma fugida durante o almoço para me visitar não em um, mas em três hospitais. Com alguns amigos falo praticamente todo dia, ou pelo menos uma vez por semana, via email, telefone, Orkut ou Facebook...se preciso fosse, até por sinal de fumaça. Outros desaparecem um tempinho (ou sou eu quem some), mas quando nos vemos ou nos falamos, vemos que a amizade continua intacta.

Num ano que tem sido tão conturbado para mim, tenho ainda muito que agradecer. A lista é grande, mas hoje agradeço a Deus pelas pessoas especiais que Ele colocou no meu caminho, pois cada uma me inspira de uma forma diferente e me aceita do meu jeito, fazendo com que eu me sinta muito especial.

Voltando ao título do tópico e respondendo o que casamento e câncer têm em comum -- as pessoas que nos cercam durante as duas experiências. Se festa de casamento sem amigos não tem a menor graça, enfrentar o câncer sozinha teria sido impossível.

May 7, 2008

Vizinha nobre

Acho que a nossa casa vai valorizar! Acabei de saber que Jenna Bush, que se casa este fim de semana no Texas, vai ser minha vizinha.

A filha de Bush dispensou o casamento na Casa Branca e optou por uma recepção ao ar livre no Texas, onde ela nasceu e cresceu. Com tanta gente que daria a vida por um casamento na Casa Branca, a americana de 26 anos disse que a Casa Branca é glamurosa demais para ela. Incrível.

Jenna vai casar com o filho do presidente do GOP ou Partido Republicano no estado da Virgínia e depois do casamento o jovem casal vai morar numa townhouse ao sul de Baltimore, pois ele vai trabalhar na Constellation Energy, a companhia de eletricidade de Maryland. Jenna vai lecionar nas escolas públicas de Baltimore. Boa sorte para ela!

O que gosto neste povo gringo é que os jovens começam onde jovens devem começar: do início. Se fosse brasileiro, a garota já ia ganhar do pai uma mansão na Quinta Avenida, ia virar consultora de algum negócio duvidoso ou então ia "fundar" uma empresa e vendê-la por zilhões de dólares depois de alguns meses.

Não sou nem um pouco fã do Bush e detesto as posições dele como presidente, mas parece que ao lado de Laura, conseguiu criar uma filha bem normal, sem afetações típicas de "crianças" ricas. Ou isso será coisa típica de pseudo-elite de Terceiro Mundo???

Mas só por via das dúvidas, eu que sou fanática por casamento, vou ficar de olho, pois acho que vai ser um luxo apesar da personalidade low-key da noiva.

April 8, 2008

Mais fotos do casório da Mi

Pensativa... Achei esta foto com cara de foto antiga, tipo anos 60, naqueles jantares glamurosos das estrelas de Hollywood! hahaha Estou pensando aqui: Menos uma amiga solteira! Bom trabalho, Dani, agora só faltam umas 10!
Amei esta foto aqui de cima. Mais New York, impossível. Este Rolls Royce que eles alugaram só faz casamentos. Até a buzina do carro toca a Marcha Nupcial. Muito fofo!
Outra foto que só poderia ter sido tirada em New York. A Michele parece uma princesa, superclassuda junto ao pai todo orgulhoso. A cena poderia ter acontecido nos anos 40, não fosse o contraste com a paisagem urbana bem atual no fundo da foto.
Yours truly saindo da igreja de braços dados com o Best Man, Dave, que veio diretamente de Guernsey para o grande evento.
Déjà-vu absoluto. Entrando sozinha (desta vez abrindo o cortejo) segurando este bouquet lindíssimo. Ser matron of honour tem muitas vantagens.
Blake eu eu na recepção do Lotus Club, em Midtown Manhattan.

Casamento Mi & Max

Momento Sex and the City: Noiva (Michele: portenha de nascimento, paulista de alma e nova-iorquina de DNA) e Matron of Honour (Eu, Dani: carioca de alma e nascimento, nova-iorkina de coração) saindo do Waldorf=Astoria rumo à Grace Church, no nosso bairro e palco de muitas histórias, Greenwich Village. No fundo, o pai da Mi, Ernie, superorgulhoso e participativo e Sandy, amiga e Bridesmaid.


Casamento na neve. Para quem queria um casamento ao ar livre no verão, a Mi não podia ter feito algo mais diferente. Depois destas fotos, até eu, que detesto frio, adorei a idéia do casório na neve.
Como não achamos bem-casados legais aqui nos EUA, a Mi decidiu usar Alfajores como lembrancinhas. Ficaram lindos. Os tecidos eram belíssimos e são prodizidos pela empresa que ela trabalha.

April 3, 2008

Save the Date



Este blog às vezes me lembra o samba do crioulo doido, pois os assuntos mais abordados não poderiam ser mais diferentes: doença e casamento. Mas quem me conhece sabe que sou meio diferente e que estas foram as duas experiências mais marcantes e extremas que tive na vida, da felicidade absoluta à tristeza avalassadora. Antes que alguém pergunte, não sou bipolar ou coisa parecida, pelo menos é o que disse minha analista. Seria estranho se não fosse comigo, mas como a minha vida é um passeio na montanha-russa, vamos lá ao que interessa.

Como hoje felizmente não tive nenhuma surpresa de sagradável ou susto relativo à minha saúde, vou colocar, a pedido de umas amigas o "save the date" que mandamos aos nossos convidados mais ou menos uns cinco meses antes do casamento.

Tínhamos muitos amigos e familiares que vinham de fora do Brasil e precisavam de uma certa antecedência para montar suas agendas, marcar vôos e reservar hotéis. Mandamos no formato de um cartão postal e as cores lembravam as usadas na decoração da festa.

A Renatinha Freire, madrinha-artista e designer oficial do evento, criou estes save-the-dates, o programa do casamento, o menu e os cartões de agradecimento que enviamos depois.

Adorei o resultado!!!

March 26, 2008

Muito legal...

Fiquei toda boba quando vi este post no blog da fotógrafa-amiga Pati Figueira.
É só clicar no título do post para ver o que estou falando.

March 25, 2008

Estas fotos

As fotos que vocês vêem nos posts abaixo são resultado do trabalho maravilhoso da fotógrafa e amiga, Patricia Figueira www.patriciafigueira.com.br. Cheguei a ela fazendo pesquisa na internet, seguindo somente a minha intuição. (Para que acha marido na internet, nada mais normal que procurar fotógrafo, né?) Tinha indicações de vários fotógrafos, mas quando eu e o Blake comparamos os trabalhos, não tivemos dúvida de que queríamos que a Pati fotografasse nosso casamento. Começamos as pesquisas aqui em Maryland e ligamos para ela daqui mesmo. Quando cheguei no Rio, só fiz uma reunião rápida e fechamos na hora.O produto final está aí. Lindo!

É nestas horas que percebo que tenho que seguir mais a minha intuição. Consegui fotos perfeitas, um álbum muito clássico, lembranças que vou levar comigo a minha vida toda e ainda fiz uma amigona, pois a nossa empatia foi tanta, que a Pati e eu nos tornamos muito amigas. Torço muito por ela, que além de ser uma fotógrafa muito talentosa e sensível, é um ser humano daqueles de tirar o chapéu.

It's a Beautiful Day - III





It's a Beautiful Day - II





It's a Beatiful Day!





March 24, 2008

É Hoje o Dia

Se exatamente há um ano me sentia na lua, hoje me sinto um pouco ansiosa. Saio daqui a pouco e espero ter um dia tão feliz quanto tive em 2007. Que as notícias que receberei hoje me tragam tanta felicidade e esperança quanto senti somente há um ano.

Difícil apagar esta cena aqui da minha memória. Meus três minutos de fama!

March 16, 2008

Convite Bilíngüe




Este foi o convite do nosso casamento. Vou ver se consigo tirar umas fotos para mostrar melhor como ficou o produto final. Nestas páginas escaneadas não dá para perceber a gramatura do papel, o relevo francês que foi impresso num papel mais fino e como ele parecia um livrinho. O envelope também tinha um detalhe diferente no fecho. Enfim, ficou simples e clássico do jeito que eu queria.

March 14, 2008

Contrato de Casamento

Outro dia, uma amiga me escreveu um email muito bacana, logo depois da minha cirurgia, no qual falava da importância do amor. Ela estava lendo um livro e disse que tinha se sentido tocada por uma passagem em especial, então resolveu transcrever o trecho para mim.

Ao ler a tal passagem, meus olhos encheram-se de lágrimas. Não tinha feito nada parecido no meu casamento, mas talvez me arrependa um pouco. Acho os votos católicos lindíssimos, mas talvez tivesse acrescentado um algo especial. Eu e Blake fizemos os votos mais tradicionais possíveis, seguindo todas as regras e rituais da Igreja Católica, como foi de minha vontade. Mas se tivesse que escrever meus votos, acho que faria algo bem parecido.

Está aí, como vamos comemorar nosso primeiro aniversário de casamento em menos de duas semanas, vou pensar no que escreveria se voltasse no tempo. Certamente não tiraria a parte que fala "na saúde e na doença", até porque esta parte já foi cumprida. Colocaria também algo sobre manter o senso de humor, pois os preparativos do nosso casamento foram enlouquecedores: o casamento civil por procuração, a papelada do visto e do green card, o casamento misto na Igreja Católica entre um católico e um não católico, os convidados vindos dos EUA e da Europa e a logística exigida, a mudança para os EUA, a cirurgia do Blake... Enfim, tivemos tantos obstáculos, que a minha cirurgia só foi a cereja no topo do bolo!

Mas enquanto não escrevo os meus novos votos, deixo estes aqui embaixo, simples e belíssimos. Então em homenagem a todos os casais que tiveram que lutar e superar muitos obstáculos para ficar juntos, resolvi traduzir o contrato de casamento entre Daniel e Mariane Pearl. Daniel, como alguns devem lembrar, foi o repórter do Wall Street Journal morto pela Al Qaeda no Paquistão. Triste fim para algo que parecia tão belo. O contrato é tão bacana que merece ser lido e repetido muitas vezes:

Contrato de Casamento


"Prometemos envelhecer juntos, enquanto mantemos um ao outro jovens, preservando nosso senso de humor, compartilhando amor e segredos"

"Prometemos descobrir juntos novas coisas, lugares e pessoas, e ver nossa vida a dois como uma obra literária."

"Prometemos dividir nossa felicidade com amigos e parentes."

"Prometemos não deixar que o dinheiro, a falta dele ou a passagem do tempo nos modifique."

"Prometemos os dois guardar a felicidade do outro como se fosse a nossa própria, apoiar a criatividade do outro, e sempre manter a fé na força do nosso amor."

Tradução livre de A Mighty Heart, página 49

March 13, 2008

As fotos aqui debaixo...

Não estranhem este bando de fotos no blog de hoje. Elas têm uma explicação bem simples: tinha um monte de gente pedindo para ver as fotos da decoração do casório e como a fotógrafa tirou do site dela (afinal já vamos fazer um ano de casados!!!!), achei melhor colocar aqui. Aliás, preciso dar os créditos das fotos, tiradas pela Patrícia Figueira e pelo Marcelo, dois profissionais maravilhosos que retrataram lindamente o dia mais importante da minha vida.

Quem foi ao casamento vai lembrar... E que não foi vai poder dar uma olhada. Na época foi um stress, mas valeu muito a pena. As cores foram arriscadas. O Denis, que produziu a festa, relutou até o último minuto para usar o rosa, mas depois entrou no clima completamente.

Adorei o resultado, mas obviamente sou suspeita. A noiva era eu e rosa é minha cor preferida. Lilás/lavanda também fica no topo do ranking. Amei o toque romântico e Provence...

Ah se pudesse voltar no tempo...

Mas não posso, então tenho que cuidar muito bem da minha saúde para poder celebrar meus 60 anos de casada inteiríssima e a base de muito brócolis e tofu! :)

Decoração - parte 2





Casamento - Decoração




March 11, 2008

O telefone tocou...

E advinhem quem estava falando?

A Shannon, que trabalha com o Dr, Pawlik em...Johns Hopkins! Não falei que eles não iriam demorar?! Mas nem nas minhas previsões mais otimistas achei que iriam me telefonar em duas horas!

Estou supercontente! Minha consulta vai acontecer no dia 24 de março, dia que comemoro meu primeiro aniversário de casamento!!! Não é um bom sinal?

Estávamos combinando uma viagem no fim de semana anterior, mas a ansiedade é tanta que vamos ter que comemorar mesmo no consultório do Dr. Pawlik. Fico no aguardo de ótimas notícias.