February 4, 2009

Sumida

O repentino desaparecimento do blog tem justificativa: estou enrolada, lotada, abarrotada de trabalho! Mas longe de mim reclamar. Graças a Deus, faço o que gosto e às vezes até me belisco para ver se estão mesmo me pagando para ficar sabendo da vida dos outros e contar histórias alheias. Tem coisa melhor do que isto?

Trabalho de jornalista só é ruim quando a gente é forçado a falar do que não gosta. E isto, mais uma vez graças ao Pai lá de cima, não faço mais! Detesto jornalismo marrom, pseudo-jornalismo de fofoca e, me perdoem a sinceridade, jornalismo financeiro. Acho todos estes uma chatice! Nada a ver comigo.

Mas contar histórias de gente bacana, interessante e diferente é comigo mesmo!!! E também tenho uma quedinha, ou melhor, um tombo, por noivas, pois ADORO love stories com final feliz. Então esta semana estou fechando duas matérias bacanérrimas para a Noivas Rio de Janeiro, que vai sair no final março.

As personagens que conheci durante as entrevistas são todas umas fofas. Umas eu já conhecia, pelo menos virtualmente, há algum tempo, outras foram gratas surpresas que chegaram até mim via editora. Mas todas tinham tantas histórias lindas para contar que tivemos que aumentar a matéria e ainda assim foi muito difícil fazer a edição, pois os depoimentos ficaram todos ótimos.

O trabalho de jornalista é legal por isto, porque tem sempre um elemento supresa, uma coisa que não tem como planejar. A gente pensa numa pauta e acha que pode render. Às vezes rende, às vezes quase nada. Mas o grande barato é quando a pauta toma corpo e adquire uma vida própria e a gente, como jornalista, se torna mero instrumento dela, tentando registrar tudo no papel, só observando, sem interferir em nada.

As pautas desta edição foram assim, começaram como idéias tímidas e foram "compradas" pela Lu Bittencourt, editora da revista. Já na apuração deu para ver que estávamos criando um monstro, no bom sentido. As noivinhas entrevistadas abraçaram o projeto, para nossa sorte, todas supercarismáticas e cheias de coisa para contar. Tanta coisa legal que acho que ainda tenho material para uma próxima matéria... E que venha ela!

February 2, 2009

É menina!



Falei com a Andressa há pouco tempo e as suspeitas do médico se confirmaram: Chiara vai ganhar uma irmãzinha!!!

Fiquei muito feliz, principalmente pela Chiara e pela irmãzinha que vem por aí. Acho o maior privilégio ter irmãos e quando são do mesmo sexo, melhor ainda. Vão ser companheiras da vida inteira. Eu e Andressa somos a maior prova disto. Nossos laços resistem a distâncias, barracos e muitos puxões de cabelo, que graças a Deus ficaram no passado.

Se para as meninas ter uma compaheira praticamente da mesma idade vai ser um barato, para os pais a situação é no mínimo interessante, pois apesar do trabalho, os custos com roupinhas (herdadas da irmã mais velha) e festinhas de aniversário (uma em vez de duas!) serão minimizados. Sim, pois as filhas da Andressa vão ter exatamente um ano de diferença. Este fenômeno aqui nos EUA recebe o nome de "Irish Twins" ou gêmeos irlandeses, mas nos tempos politicamente corretos, é raro ver a expressão veiculada pela mídia, já que pode ofender irlandeses e católicos, ao insinuar que estes não sabem se planejar ou não sabem que o termo gêmeos só pode ser aplicado em bebês que nascem no mesmo dia. Mas que é engraçado é!

Bom, de qualquer jeito, a minha segunda sobrinha é esperada para o dia 12 de julho, um dia depois do aniversário de um ano da irmã mais velha, e a minha irmã que é economista já avisou logo para a família: "Maravilha! Agora só vou ter que fazer uma festa de aniversário por ano!" Com a notícia de que será outra menina, a festa vai ficar ainda mais fácil, pois normalmente menininhas tão próximas em idade vão ter o mesmo círculo de amigos.

Como irmã mais nova, a Andressa já está pedindo para que a gente compre umas coisas novas para a filha caçula dela, pois diz ela ter ficado traumatizada por ter usado meus livros a vida toda. Imaginem uma coisa destas! Meus livros sempre foram impecáveis! Caneta jamais manchou uma página sequer. Mas já aviesei para ela que vou comprar umas coisinhas novas para a mais nova integrante da família.

Assim que tive a confirmação de que vinha mais uma menina por aí, pensei que daqui a pouco esta aí de cima foto pode ser reeditada...e num futuro longínquo quem sabe a foto mais recente também!

E deixo aqui um recado apra a Chiara ler daqui a uns tempos. "Nem se preocupe. A sua irmã vai casar primeiro que você!" É sempre assim, quando há duas irmãs de idades próximas, a mais nova sempre casa primeiro. Está vendo, Andressa, eu também poderia facilmente ter ficado traumatizada de ter ficado para titia. Mas não fiquei!

February 1, 2009

Sonhos...até quando valem a pena?

Sempre me considerei uma sonhadora, destas pessoas que sonham alto e que quando têm um ideal vão em busca dele, custe o que custar. Olhando para trás, agora vejo que quando mais nova, minha determinação era tão grande que por vezes se tornava obsessão, me deixando completamente cega.

Mas se quando mais nova, não via nada à minha frente quando em busca de um objetivo, hoje já penso duas vezes antes de investir em algo que requer esforço e desgaste ou que possa ameaçar algo que já possuo e que estimo. Em marketing isto se chama o "custo mudança", mas o conceito se aplica bem à vida real.

Às vezes a vida lá fora parece muito mais interessante que a nossa. As pessoas mais distantes e as hipóteses menos prováveis são sempre mais atraentes, assim como as relações mais instáveis. Mas será que vale mesmo a pena sair em busca do arco-iris? Será que vale mesmo bancar um custo mudança que muitas vezes pode ser bem alto? A resposta é simples -- depende do que se tem.

Depois de minha primeira temporada no hospital, passei a ser bem mais simples nas minhas decisões. Antes de tomar qualquer medida mais importante, pergunto a mim mesma: Como isto vai afetar a minha vida? Se eu fizer isto, como vou lidar com as conseqüências? Se eu não fizer, vou conseguir conviver com a idéia?

E foi assim que vim parar aqui nos EUA pela terceira vez. Aceitei o pedido do Blake e deixei uma vida muito legal para trás e resolvi arriscar tudo numa relação, num lugar diferente, começando minha vida de novo. Por quê? Pelo simples motivo de saber que jamais poderia conviver com a idéia de ter deixado o grande amor da minha vida escapar. Tomei a decisão de mudar a minha vida e não olhei mais para trás.

E para você, que me perguntou se deveria colocar em risco a sua relação, a minha resposta é: avalie bem o custo mudança, pois se decidir viver um sonho, pode estar sabotando o que é real e bom. E mesmo que não seja jamais descoberta, as lembranças vão estar para sempre com você. E aí? Vai poder conviver com elas para sempre ou serão memórias que para sempre assombrarão você?

Será mesmo que viver sonhos vale sempre a pena?

Hibernando


Inverno realmente nunca foi a minha praia e este ano a coisa está feia por aqui. São raros os dias (hoje, por exemplo) que a temperatura fica positiva, então a vontade de sair é zero!

Agora entendo muito bem os ursos! Quando via os desenhos do Zé Colméia no Brasil nunca sabia bem o motivo pelo qual se dizia que o urso tinha que hibernar... Achava estranho, afinal não conhecia bem o que era inverno. Era feliz e não sabia.

Como ano passado, mesmo que por motivos ruins, conseguimos escapar da pior parte do inverno aqui, este ano está sendo meu primeiro inverno total em Maryland. E que inverno! O mais frio dos últimos anos. Não sei o que acontece, mas este frio me dá um desânimo total. Não é deprê, nem mal estar, é só uma falta de vontade de fazer as coisas, de sair lá fora e bater queixo, morta de frio. Não nasci pra isso.

Tudo bem que a gente se queixa de calor infernal e coisa parecida, principalmente no Rio, mas não canso de repetir, perfiro um calor de 40C todo dia a um inverno de temperaturas negativas e gelo no chão. Não há casaco, cobertor e gorro que me façam mudar de idéia. Frio Petrópolis é muito diferente... Campos do Jordão idem. A gente coloca um casaco mais pesadinho para fazer estilo e ir tomar chocolate na pracinha e depois volta correndo para casa. Experimenta dirigir no gelo ou ficar ilhada em casa sem poder sequer colocar o nariz na janela?! Um horror!

Então hoje entendo muito bem o Zé Colméia, o Catatau e os demais ursos peludos... Se pudesse começaria a hibernar agora e só acordaria em abril! Mas como não sou ursa nem milionária, o negócio é escolher uma roupa bem quentinha para usar amanhã.

January 31, 2009

Vai Dar Certo

"Vai dar tudo certo, pode ter certeza," esta é uma das frases que a gente mais escuta antes de uma cirurgia. Quanto mais séria a cirurgia, mais gente telefona para entoar o mantra. Todo mundo liga antes e diz praticamente a mesma coisa. O mais estranho de tudo é que a gente acredita. Por algum motivo louco, talvez até uma forma de defesa, aquelas palavras adquirem uma intensidade enorme e viram verdade absoluta. Fulano falou que vai dar certo é porque vai dar certo. Nestas horas a gente passa a achar que todo mundo é sensitivo.

Ninguém tem certeza de coisa nenhuma, mas vai falar o que quando o coitado (sim, coitado, pois ninguém em sã consciência vai querer entrar na faca para retirar um órgão ou cortá-lo em picadinhos. Cirurgia estética não conta e pele e gordura não são órgãos vitais!) não tem outra alternativa?

Lembro que nos dias que antecederam a cirurgia, todos os meus amigos e familiares me traziam mensagens de otimismo, muito embora hoje eu perceba que na verdade eles estavam tão perdidos, ou mais perdidos, do que eu. Eles não faziam ideia da complexidade do procedimento ou dos riscos que eu corria. Melhor assim. Hoje entendo que às vezes é melhor manter-se no escuro, quando a realidade é muito incerta ou desanimadora. Dizem por aqui que a ignorância é uma bênção. Longe de mim apregoar a negação ou a ignorância, mas às vezes muita informação pode doer demais.

Uma das coisas mais difíceis que tive que fazer em relação a doença foi traduzir a minha própria biópsia depois de voltar para os EUA. Fui encaminhada a Hopkins e os médicos de lá precisavam ler a minha biópsia, que estava em português, então lá fui eu traduzí-la. Aparentemente, nada demais, pois o que mais faço na vida (muitas vezes contrariada) é traduzir documentos, websites, artigos, ementas e tudo que vier pela frente. Então nem pensei duas vezes antes de colocar as mãos à obra. Traduzi um texto muito complexo e técnico em uma noite.

O que eu não tinha percebido até me entregar de coração ao projeto é que tinha acabado de burlar uma das regras que eu tinha criado para mim mesma e que os médicos sempre enfatizam com seus pacientes. "Não fazer nenhuma pesquisa na Internet. Não procurar saber detalhes mais científicos. Não ir atrás de estatísticas assombrosas. Não ceder à curiosidade mórbida." E lá estava eu, completamente absorvida, entre neoplasias, células, linfonodos, margens ou outras palavras que prefiro nem me lembrar.

Apavorante seria a palavra mais adequada para ilustrar a experiência. Foi só então que percebi que desta vez a tradutora também era a protagonista da história e aquilo não era bom, mas eu precisava levar o projeto até o final.

Quebrei a promessa e cedi à tentação de saber coisas que não precisava, mesmo que sem querer, mas terminei a tradução, que foi a mais difícil da minha vida por vários motivos:
* Os motivos práticos: é sempre mais difícil trazer o texto do português (minha língua mãe) para o inglês (por mais domínio que eu tenha da língua); além disso o texto médico, mais especificamente patologista, é muito complexo e o vocabulário é completamente diferente para um leigo.
* Os motivos emocionais: ninguém está preparado para esmiuçar sua própria biópsia e saber tantos detalhes sobre algo tão desconhecido e tão incontrolável como a doença. É útil ter informações necessárias para gerenciar seu tratamento e discutir suas opções, mas saber da estensão da neoplasia e do formato das células cancerígenas é perfeitamente dispensável.

Lição aprendida, informação é poder só quando ela pode ser usada a seu favor. Pode soar maquiavélico, mas é a mais pura verdade. E usando uma frase menos conhecida do mesmo pensador, fecho este post: "Onde há uma vontade forte, não pode haver grandes dificuldades."

E assim sigo em frente.

January 30, 2009

Ponto pra Mim!


Acreditem se quiser, mas acabei de colocar uma das minhas principais resoluções de ano novo em prática: me matriculei na yoga!!! Depois de um longo e tenebroso inverno (que aliás ainda está por aqui), resolvi fazer as pazes comigo mesma e embarcar na atividade dos sábios milenares.

Tudo bem, não é nenhuma atividade radical, não estou correndo maratonas, nem vou viver internada numa academia, mas quem me conhece sabe que yoga já está de bom tamanho. Meu estilo charmoso de correr se assemelha oa de uma pata e a minha afinidade com os aparelhos de musculação é tanta que tenho até medo de chegar perto dos monstros. Definitivamente, academia n ão é nem nunca foi a minha praia. No quesito saúde sou mais bicho-grilo.

Já fiz várias aulas de yoga em diferentes fazes da minha vida, mas nunca me comprometi com um regime sério ou um número maior de sessões. Sempre optei pelo sistama pay as you go. Como pouco ia, não pagava quase nada! Genial para o meu bolso, não tão bom para meu corpo sedentário. Mas como resolvi seguir à risca as recomendações da minha médica gente-boa, yoga estava no topo da lista, e fazendo uma busca na santa internet, descobri que uma das escolas de medicina holística e bem-estar mais conceituadas nos Estados Unidos fica a CINCO minutos da minha casa! Dá para acreditar?

Então sem mais desculpas, resolvi aparecer nas aulas abertas à comunidade. Segunda, Blake e eu fomos conferir uma aula de meditação depois do trabalho. Eu gostei muito. E confesso de morro de inveja destas professoras de yoga e meditação. Adoro o tom de voz sereno delas, a fala pausada e calma, que nada lembra meu modo frenético e caótico de falar. A desculpa é que tenho tantas idéias ao mesmo tempo que se demorar a soltá-las, esqueço. Se as idéias são um mínimo interessantes ou geniais, well, aí são outros quinhentos.

A sala estava lotada e a aula parece que vai ser um barato, mas eu realmente queria algo que movimentasse meu corpo, então resolvi experimentar a aula de yoga também. Desde o ano passado tenho procurado lucamente studios de yoga por aqui. Já visitei uns cinco e não gostei de nenhum, ou porque o pessoal é meio esquisito (aliás é o que mais tem por aqui!) ou porque é fora do meu caminho, ou porque o horário não bate ou por outro motivo qualquer.

Ontem estava determinada a ir conferir a aula no tal instituto, mas ent ão me toquei que tinha esquecido a minha roupa em casa... E a minha chefe que pode ser o terror (dependendo do humor dela) estava aqui ontem, então sair mais cedo estava fora de questão. Liguei para lá e expliquei o meu caso. A voz do outro lado da linha me disse que ia ter gente preparada e gente que ia com a roupa do corpo. Era o que eu precisava ouvir. Lá fui eu!

Pausa para um comentário: Normalmente o esquecimento da roupa em casa já teria sido o bastante para eu ter desistido da aula. Freud diria que na verdade já era eu me boicotando, pois sem roupa apropriada não haveria santo que me convencesse a entrar na sala. Sou muito certinha e sempre acho que está todo mundo olhando para mim. Detesto chamar atenção, principalmente por motivos idiotas, como fazer aula de yoga de calça social e sweater de lã.

Cheguei lá em cima da hora e a sala, que era enorme, estava abarrotada de gente prontinha para a aula. Todos vestidos apropriadamente sentadinhos nos seus yoga mats. Todos menos eu e mais duas gatas pingadas! Isto aí, fora eu, só havia duas gaiatas tapadas de roupa de trabalho. Mas quem está na chuva é para se molhar, então respirei fundo, entoei meu OM e segui em frente.

A professora era uma gracinha e o grupa parecia simpático. A aula foi bem bacana e apesar dos meus trajes, consegui me concentrar na maior parte do tempo e fazer as poses. (Viva o Wii!!!) No final, ela fez um amassagem ótima no pescoço de todo mundo e tirou umas dúvidas. Pela primeira vez em muito tempo não me senti uma estranha completamente deslocada – nem sei o motivo. Decidi que ia me matricular na hora e quando estava completando a minha ficha de inscrição, uma mulher jovem se aproxima e pergunta “Tem alguém se inscrevendo para as aulas que não tem yoga mat (colchão de yoga?)?” Num dos meus raros arroubos de cara-de-pau, respondi que sim. Ela na mesma hora me estendeu um lindo mat cor-de-rosa e disse “Fica para você!” Eu perguntei o preço e ela disse “É presente! E ele é ótimo, paguei uns 50 dólares por ele, mas já tenho muitos. Aproveite!”

Isto ela pode ter certeza! E como diria a minha mãe, talvez o gesto dela tenha sido um sinal... Talvez a minha atitude peculiar de fazer a tal aula mesmo sem estar vestida adequadamente seja um sinal... Sei lá! Só sei que saí de lá naquela noite gélida e escura feliz da vida por ter achado um cantinho onde tivesse me sentido à vontade. Adorei o lugar! Adorei a livraria, a biblioteca aberta ao público, a vibe das pessoas... E tudo isto, bem no meu quintal! Que sorte a minha!

January 29, 2009

Selinhos





Recebi este selinho do Prêmio Dardos por indicação da minha prendada amiga Aninha, a Martha Stewart brasileira da internet, e fiquei toda feliz. Como boa mienira que é, o blog dela é recheado de quitutes deliciosos que ela faz "from scratch", coisa que é rara aqui na gringolândia.

Esse prêmio visa "reconhecer os valores que cada blogueiro mostra a cada dia, seu empenho por transmitir valores culturais, éticos, literários, pessoais, etc. Em suma, demonstram sua criatividade através do pensamento vivo que está e permanece intacto entre suas letras, entre suas palavras".

O premiado deve seguir as seguintes instruções:

- Exibir a imagem do selo em seu blog

- Linkar o blog pelo qual você recebeu a indicação

- Escolher outros 5 blogs a quem entregar o Selo Prêmio Dardos

- Avisar aos escolhidos

Então como sou uma menina obediente, trato logo de fazer a minha parte e indicar outros blogs bacanas que estão por aí.

And the Oscar goes to...

http://espelho-espelho.blogspot.com/ -- pelo modo irreverente como esta gauchinha trata suas aventuras no Reino Unido
http://brazilnut-nyc.blogspot.com/ -- pela inspiração e pelas receitas maravilhosas que esta paulista sempre me dá
http://agrandebatalha.blogspot.com/ -- pela coragem que esta paulistinha mostra ao narrar suas experiências ao tratar um câncer de mama
http://laboratoriocaseiro.blogspot.com/ -- outra gaúcha cientista que tem um blog de decoração que é um verdadeiro eye candy e funciona maravilhosamente como anti-depressivo.
http://www.anasampaio.com.br/ -- mineira-paulista que tem o dom da palavra e trata uma experiência difícil com uma leveza impressionante.

Gostaram? Agora que me toquei que a minha lista é COMPLETAMENTE dominada por paulistas, gaúchas e mineiras. Pois é, ninguém pode me acusar de bairrismo!

Como as meninas aí de cima sào muito do bem, sigo o exemplo da Aninha e ofereço a elas também o Selo Gentileza gera Gentileza.






Onde encontrar o código da imagem: downloads">http://www.gentileza.net/ > downloads.

Por um mundo melhor e mais interessante, sempre.