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August 8, 2011

De Volta



Este post é só par aavisar aos navegantes (se ainda restou algum!) que este blog não está totalmente à deriva. Sim, anda meio abandonado -- a vida virtual sofre quando a real esquenta -- mas em breve prometo dar notícias.

Nossa temporada no Brasil foi maravilhosa e teve direito a aniversários, batizado e casamento...coisa bem novela das oito, menos o drama, graças a Deus. Joaquim já mostrou que puxou a mãe e que gosta mesmo de viajar e nem se importa com a duração do voo. (Pelo jeito, os 10 voos de teco-teco em Honduras valeram a pena!)

Mas agora, é voltar ao trabalho porque a vida é dura... A temporada de água de coco fresquinha na Praia da Barra é finita! Então vamos voltar às caixinhas longa-vida em Maryland e dar graças a Deus pelas ótimas férias e começar a contagem regressiva para o Natal!

January 15, 2011

Chuva na Serra

As cenas das enchentes na Serra são simplesmente surreais, mas têm um enorme sabor de deja-vu... Quem não se lembra do que aconteceu em Angra e depois no Morro do Bumba, quase que exatamente um ano depois? Até agora, 600 mortos na Região Serrana.

Nestas horas é que a gente vê que num país que supostamente progride a passos largos, ainda falta planejamento urbano, falta responsabilidade, mas sobram populismo e descaso. O mais triste é pensar que ano que vem provavelmente tem mais...

Até quando?

September 3, 2009

Crise no Closet e Saudade de Casa

Sabe quando a gente acorda certa de que vai usar uma roupa, que já usou trocentas vezes, e quando põe no corpo, simplesmente odeia?! Pois é, me aconteceu hoje! Depois da primeira tentativa, vieram outras tantas, mas antes de perder a paciência por completo, decidi usar uma coisinha bem básica para evitr mais estresse. Acordar às seis para sair de casa às sete e meia, sem ter lavado o cabelo, só comigo mesmo.

Mas em vez de continuar o mau humor pro resto de dia, dei o assunto por encerrado, entrei no carro e cheguei no trabalho pouco depois das oito. Mais cedo do que de costume, mas mais de uma hora mais tarde do que tinha planejado. C'ést la vie.

Além da nossa viagem mutante e a mania do Blake de pesquisar tudo ad eternum -- igualzinho a mim, not! -- tenho que fazer a minha parte também: fiquei encarregada de escolher alguns hotéis em algumas cidades onde vamos parar. Já vi trocentos e todos me parecem ótimos -- que indecisão!

No trabalho, o clima de stress sempre, mas confesso que aos poucos vou ficando imune. Claro que odeio perder tempo com gente sonsa que sonega informação, mas não adianta muito tentar remar contra a maré. Sempre foi assim antes de mim e vai ser assim depois que eu me for. Problema deles.

Por estas e outras, minha inspiração anda no chão, sendo assim, nada de muito legal por aqui.

Só que hoje ao abrir meu Twitter e meu Facebook, percebi que ambas as contas tinham sido invadidas por imagens da minha cidade, ou seja, me deu uma baita saudade de casa! Claro que os vídeos sobre a candidatura do Rio às Olimpíadas de 2016 não podiam ser mais lindos. A cidade é um espetáculo e as imagens não poderiam ser mais belas. Confesso que a pateta aqui ficou arrepiada e morrendo de vontade de pegar o primeiro avião rumo ao Galeão! Eita campanha boa!

Claro que além do talento do cinegrafista, o editor também foi fenomenal cortando as imagens mais feias. Claro que a favela atrás do Sambódromo fica bem discreta e as casinhas brancas nos morros fazem lembrar as montanhas da Europa, quando a realidade não poderia ser mais diferente. Claro que a narradora diz até 2016 vamos ter uma highway ou coisa do tipo ligando todos os pólos olímpicos (mas ninguém falou de metrô?) e ainda por cima disse que Deodoro é perto da Barra. Desculpem a ignorância, mas desde quando? Eu morei na Barra tempos e não faço a menor ideia de como se faz pra chegar em Deodoro. Sei lá... Quae morri de rir quando a narraora dizia que as provas de tiro acontecerão no lugar tal. "Como assim cara-pálida"?", pensei eu, "Tiro no Rio acontece na cidade inteira!"

Bom, mas deixando o espírito crítico de lado, o trabalho de marketing do pessoal está de parabéns. (Agora só falta implementar tantos projetos!) As imagens são lindíssimas e para quem está longe de casa, tudo tem um sabor especial. A gente vira idiota mesmo, mas o fato é que só assim me livrei do mal humor matutino.



July 22, 2009

Voltei!

O post é só para avisar aos navegantes que apesar do sumiço dos últimos dias, estou bem e agora de volta a Maryland e ao trabalho, qye vai entrar num ritmo enlouquecido muito em breve.

A visita ao Rio foi o máximo, consegui passar bastante tempo em família curtindo principalmente as minhas sobrinhas e a minha avó, que além de elegantíssima, está ótima, e encontrar muitos amigos na cidade. Claro que não vi algumas pessoas que gostaria muito de ter visto, mas em 10 dias realmente não dá pra fazer tanta coisa assim. Vim cheia de projetos para colocar em prática e cheia de ideias que devem me manter ocupada por algum tempo.

Voltei também cansada e percebi que já não tenho mais 18 anos -- infelizmente! Além de não ter conseguido dormir no voo por ter sentado no corredor e não na janela, ontem acabei trabalhando de casa, por imposição do Blake. A vidatoda sempre fui direto do aeroporto para o trabalho, mas ontem fui forçada a voltar pra casa. Ainda pensei em ir pra aula de yoga, mas não consegui me levantar do sofá. Caí na cama pouco depois das nove e dormi feito pedra até as sete e pouco da manhã. Também mais de dez noites acordando com a Kika e a Gigi, mantendo uma agenda lotada durante o dia e voltando altas horas de saídas com amigos já fazem um estrago na vida de uma balzaca!

Como disse para a Andressa, a temporada na casa dela funciona como um ótimo anticoncepcional. Eu que já estava na fila e até disposta a fazer tratamentos, depois de passar uma semaninha com Chiara e Giovanna, resolvi me dar mais um tempinho... Sei que não estou ficando nem um pouco mais jovem, mas quero terminar umas coisinhas antes de começar outras...

Bom, depois coloco algumas fotos aqui. Vou esperar a Andressa mandar umas fotos das meninas e depois faço um post exclusivo sobre a despedida de solteira da Michelle, que começou no Gero e acabou na...

July 16, 2009

Uma Noite Pra Lá de Agradável

A festa de lançamento da edição de inverno da Noivas de Rio de Janeiro bombou! Na melhor expressão carioca, no melhor espírito desta cidade que eu adoro chamar de minha, a festa foi o máximo! Numa noite linda de inverno carioca, um monte de pessoas resolveu aparecer para prestigiar mais uma edição da revista e a pequena multidão que não cabia dentro da pequena mas aconchegante livraria, tomou uma das ruas mais charmosas do Jardim Botânico, que por si só já é um charme.

Coisas que a gente só vê no Brasil e muitas vezes no Rio: bate-papos animadíssimos entre estranhos, degistação de vinhos franceses e italianos na calçada, fotos tiradas no meio do trânsito e muita animação e troca de figurinhas entre noivinhas, profissionais de casamento e curiosos. Tudo no maior astral. Fazia tempo que não me sentia tão bem, tão em casa.

Não me canso de repetir que até podem tirar um carioca do Rio, mas jamais vão conseguir tirar o Rio de uma carioca. Já andei por muitos lugares, já vivi em tantos outros, mas hoje digo com convicção que a minha casa é aqui. Sempre foi e sempre será. Tem horas que até acho que posso ficar longe daqui, desta confusão, deste burburinho, desta loucura. Mas basta pisar no Galeão para me sentir como se jamais tivesse saído daqui.

Gosto dos EUA, um país onde realizei dois grandes sonhos: a possibilidade estudar em grandes instituições de ensino e de encontrar meu príncipe encantado e companheiro para todas as horas. Vivo feliz lá na minha casinha de boneca, mas se dissesse que não sinto falta da badalação daqui, estaria mentindo.

A noite de hoje foi perfeita e cheia de surpresas. Conheci vários amigas que fiz aqui no blog e outros que conheci na Casar é Fácil, no Orkut. De quebra ainda encontrei com outras amigas que não via há tempos e que deram uma passadinha pra me ver por lá.

Pena que não carrego máquina fotgráfica pelo simples motivo de medo de perdê-la, pois quando abro a matraca, perco a noção das coisas e largo tudo pelos cantos, então foi ficar devendo a vocês as fotos da galera super do bem que apareceu lá na Ponte das Tábuas para o lançamento da revista.

Depois volto pra contar mais! Já passa da minha hora de nanar no quartinho da Kika...

August 25, 2008

Acesso à saúde


Das maiores injustiças do mundo está a doença. Ela não escolhe hora para chegar nem vítima para atacar. Um dia se está bem e saudável, outro dia se luta contra a morte. Nada me parece mais injusto, mais covarde.

Aliás só há algo mais covarde que a doença: a falta de acesso à saúde, que em teoria é um direito de todos e não um privilégio. Mas na verdade este direito não é universal e perversamente é negado àqueles que mais precisam: os mais pobres, os mais frágeis, os mais velhos, os mais jovens, os negros, os mestiços e os que moram longe dos grandes centros urbanos.

Isto me incomoda profundamente, me afronta. Cada vez que escuto um caso de alguém que morreu esperando atendimento ou um paciente que aguarda cirurgia enquanto sua saúde se deteriora, sinto uma pontada no coração. Sei que isto não me faz diferente de nenhum ser humano decente, mas acho que em mim isto têm um significado maior, pois sei o que é estar naquela posição de perplexidade, de impotência, mas não imagino o que é precisar de cuidado e não ter. Por que eu tive tudo a tempo e a hora e outros não têm?

Não tenho o que muitos chamam de "survivor's guilt" ou complexo de culpa do sobrevivente, mas me revolta saber que tantos não vão ter a sorte que eu tive. Acho que o problema esta bem aí, saúde não deveria ser uma questão de "sorte", deveria ser direito assegurado a todos.

Não sei o que as autoridades estão fazendo no Brasil, fora colocar na cadeia pessoas inocentes e impedir que médicos possam salvar a vida de pacientes em estado grave, mas felizmente aos poucos vou me inteirando do que acontece por aqui. E graças a Deus, pelo menos aqui em Maryland, as coisas são diferentes.

Sempre soube que saúde era uma questão muito delicada nos EUA, um paradoxo numa potência mundial onde não existe cobertura universal. Agora vejo isto tudo muito de perto, em primeira mão, e me convenço de que o Rio e Baltimore têm muito em comum, uma população pobre e desassistida, violência e miséria. Em muitos aspectos, Baltimore é uma cidade de terceiro mundo, muito semelhante ao Rio, São Paulo ou Salvador.

Se no Rio, escuto algumas histórias tristes, aqui em Baltimore, tenho números e estatísticas que ilustram um quadro deprimente e expõem a fragilidade do sistema de saúde norte-americano.

Por incrível que pareça, um homem negro nascido em Washington, DC, capital dos EUA, tem uma expectativa de vida 57.9 anos -- menor do que os homens nascidos em Ghana (58.3 anos), Bangladesh (58.1 anos) ou na Bolívia (59.8 anos). Em compensação, uma mulher de ascendência asiática nascida em Westchester County (subúrbios ricos fora de Nova York), pode esperar viver em média 90.3 anos.

O meu novo emprego no Departamento de Políticas e Planejamento na Escola de Medicina, se propõe acabar com estas disparidades, facilitando o acesso das minorias à saúde, oferecendo programas desenvolvidos especificamente para estas comunidades negras, latinas, indígenas e rurais, levando em consideração as barreiras geográficas, culturais e lingüísticas. Tenho certeza que será uma experiência inesquecível e que vai me abrir os horizontes de uma forma assustadora. Se no Brasil, faço parte da "maioria", aqui nos EUA, sou latina (com muito orgulho!) e questões como esta assumem uma dimensão completamente diferente para mim.

December 30, 2007

A Vida É Bela

Hoje faz um dia lindo aqui no Rio...um dia daqueles de guardar na memória: um sol perfeito, nenhuma nuvem no céu, último domingo do ano, todo mundo de bom humor. Como penso em dias como este quando estou longe daqui. E que felicidade é poder estar aqui curtindo todas as coisas que eu gosto: família, amigos, sol e piscina. (Só não fui à praia porque hoje deve estar uma loucura!)

Desde ontem à tarde, uma energia diferente tomou conta de mim. Como todo mundo sabe, depois daquele fatídico dia 18 de dezembro, entrei numa depressão forte. Nem quero falar muito no assunto para não mudar a vibração positiva do momento. Mas o fato é que desde ontem, algo muito bom aconteceu comigo e espero continuar assim por um bom tempo. Uma onda de otimismo entrou no meu coração e me fez sorrir de novo.

O Blake acha que sou meio doida, mas estou sempre recebendo mensagens divinas. Não sei se é porque eu gosto muito de semiologia, mas sempre vejo mensagens em tudo ao meu redor. Ontem fui ao salão fazer unha e como não tinha nenhuma revista nova por perto, resolvi olhar uma Veja de março! Advinhem a matéria principal? O Segredo!!! Já falei que achei o livro meio baboseira, mas a idéia central fantástica. E pelo jeito o repórter da Veja pensa igual a mim. Desde que o mundo é mundo, a idéia do pensamento positivo existe, inclusive na Biblia há trechos que dizem exatamente isto.

"Portanto, vos digo que tudo que pedires em oração credes que recebereis e assim será convosco. " Marcos 11:24

“Tudo que pedires em oração, com fé, o receberá” Mateus 21:22

E acho que minhas preces foram atendidas. Agora eu já entendi e já consigo encarar esta situação com a serenidade necessária. Talvez tenha desvendado "O Segredo", que de segredo não tem nada, pois está na Bíblia há muito tempo...

Então fecho o ano com uma frases bem poderosas que achei na Internet e pretendo usar para o resto da minha vida.

Que 2008 traga muita saúde, muita paz, muito amor e muito sucesso para todos nós!

O meu maior pedido será que a minha fé seja ainda mais forte e me faça superar todos os obstáculos que vierem pela frente.

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Dica - Repita as frases de Jesus

Eunice Ferrari


As palavras de Jesus são verdadeiros mantras, ou seja, são palavras carregadas do poder que o próprio Jesus possuía. Quando repetimos essas palavras, nos ligamos ao seu poder e transformamos nosso estado de espírito. Fale muitas vezes por dia cada uma dessas frases de Jesus:
1. "Se tens fé, cumpre saberes que tudo é possível àquele que a tem"
2. "Por isso vos digo, que tudo quanto pedires em oração, credes que receberás, assim será para convosco"
3. "Não lhe disse eu, que se crerdes tu verás a glória de Deus?"
4. "Tudo quanto pedires em meu nome eu o farei, a fim de que o Pai seja glorificado através do Filho. Por isso, repito: Se pedires em meu nome, eu o farei."

De seus apóstolos:
1. "Se Deus é por nós, quem será contra nós!" (S.Paulo)
2. "Posso vencer todas as coisas pelo poder de Cristo. Ele me dará forças!" (S.Paulo)
3. "Porque tudo aquilo que é gerado por Deus vence o mundo e esta é a vitória que vence o mundo, a nossa fé!" (S.Paulo)

Fonte: http://esoterico.terra.com.br/vidainterior/interna/0,,OI866900-EI5928,00.html

October 18, 2007

O livro está começando...

Durante cinco anos não chorei. Acho que por falta de tempo...ou por falta de coragem. Depois do choque inicial e de algumas poucas lágrimas derramadas, simplesmente mergulhei de cabeça na cura da minha doença. Não tive tempo de discutir, de duvidar, de questionar. Todo tempo que me restava era investido na minha recuperação. Para frente é que se anda, era o que eu dizia a mim mesma todos os dias.

Por incrível que possa parecer, em nenhum momento sequer me perguntei por que tal coisa tinha acontecido comigo. Também não tive chance de me revoltar e ou encontrar culpados. Tudo que eu queria era que aquela tempestade passasse e que eu pudesse voltar a viver a minha vida como se nada tivesse acontecido. Mal sabia que nada jamais seria como antes. Melhor assim.

Fazia algum tempo que me sentia um pouco fraca e cansada, mas achava que tudo era conseqüência da vida atribulada em Nova York no final da década de 90. Estava realizando o meu sonho, vivendo na cidade mais importante do mundo, conhecendo pessoas e lugares fascinantes e tentando aproveitar ao máximo aquela experiência única. Devia ser pressão baixa ou stress, nada preocupante.

E os anos foram passando e o cansaço aumentando...mas eu continuava achando que era a vida de trabalho e compromissos sociais que estava afetando o meu corpo. No final de 2000, fui ao Brasil visitar a família e esperar a minha troca de visto. Foi aí que comecei a prestar mais atenção à minha saúde, muito mais por necessidade que por escolha.

Acabei decidindo não voltar mais a Nova York e aceitando uma proposta de trabalho no Rio para ficar mais perto da família. Meus amigos e meu coração ficaram em Nova York, mas algo me dizia que a festa tinha chegado ao fim e era chegada a hora de voltar para casa.

A adaptação ao Brasil foi difícil, mais difícil do que havia imaginado, mas a minha decisão já tinha sido tomada e eu nunca fui daquelas pessoas que ficam se lamentando pro resto da vida. Esperneei um pouco no início e custei a achar a minha turma, mas aos poucos ia entendendo que precisava fechar um capítulo da minha história de uma vez por todas.

E o tempo foi passando, minha saúde parecia ter melhorado, não me sentia já tão cansada, mas a minha anemia teimava em não me abandonar. Devo ter ido a mais de 15 médicos e feito milhares de exames. Já não aguentava levar mais agulhada! A conclusão, ou melhor, inconclusão era sempre a mesma: stress. Mas eu sabia que havia mais ali...meu corpo dava sinais que ninguém parecia entender, nem eu mesma.

Dica: ESCUTE SEU CORPO

August 19, 2007

Veneravel Ordem Terceira de Sao Francisco da Penitencia

This is the church Blake and I got married this last March. It's such a long story, but I just fell in love with it the moment I laid my eyes on it...

It's one of the oldest churches in Rio and in Brazil -- construction began in 1657 -- and has one of the largest and most important art collections in Brazil. It's the symbol of the Portuguese Baroque style in the country: the facade is very plain and ordinary, but the interior is absolutely breath-taking. Among those who contributed to the decoration of the interior, which was completed only in 1773, were Manuel and Francisco Xavier de Brito, two leading Portuguese sculptors and woodcarvers. Both of them had very similar styles - the "Brito style" - with decorative forms which influenced Aleijadinho and other masters of Brazilian Baroque. The ceiling of the choir has the earliest trompe-l'oeil painting in Brazil (1732-36), the work of Caetano da Costa Coelho, who later painted the ceiling of the nave in the same style.

It is a true gem hidden in downtown Rio and unknown to most of us cariocas born and raised in Rio. The church remained closed for a number of years and recently reopened -- surprisingly -- without much fanfare. Since then only a handful weddings have taken place there... Ours being one of them!